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terça-feira, 9 de junho de 2015

De um comentário no Facebook

"(...) houve um enorme retrocesso na forma de praticar arboricultura urbana em Lisboa desde que as competências transitaram para as Juntas de Freguesia. Dantes a CML fazia pouco porque não tinha meios (nunca os executivos entenderam que o tema merecesse um orçamento adequado) mas o que fazia era bem feito. Agora as JF fazem muito, e praticamente tudo mal feito. Porque, a curto prazo, é caro fazer bem, e a longo prazo a ignorância dos autarcas não os permite perceber os enormes custos, diretos e indiretos, que isto acarreta. E nas JF os técnicos (que não existem na maior parte dos casos) contam pouco para a decisão.
Se [as pessoas] se indignam todos os dias é porque todos os dias há um arboricídio para se indignarem. (...) espero que continuem a indignar-se. Pode ser que se consiga reverter a má prática generalizada."

(arquiteta paisagista que trabalha nos Espaços Verdes da CMLx)